Peça:Profissões ( Retiro Missionário de 2013)
Em 2013 foi lançado um desafio
extremamente desafiador, um pastor de
uma congregação próximo a que congrego, convidou a todos que queriam participar
de um retiro missionário. (Retiro Missionário? já curti a idéia) esse foi o meu
primeiro impacto (risos). Ele (Pr. Victor) juntamente com o Pastor e Missionário
Elivaldo contou que há um lugar, bem escondidinho em Alagoas chamado Jacú (Povoado
de Poços das Trincheiras, fica localizado na cidade de Santana de Ipanema), o
qual há pessoas sedentas pelo amor de Deus.
Nesse retiro fui totalmente agraciada por Deus, a primeira benção foi à
disposição do Pastor em pagar minha ida até o local, eu só fiquei responsável
em levar o básico para minha estadia durante o carnaval, e as outras bênçãos
ocorreram durante os quatro dias. Fui impactada pela vida e testemunho de cada
sertanejo, aprendi em poucos dias a interpretar a formulação de frases das
crianças e anciões “Seu nome é quem?” – Questionou uma criança na curiosidade
em saber o nome de um jovem (Confesso que demoramos um pouco para compreender).
2013 foi o ano que Deus “agendou” para que meu caráter fosse de fato
moldado, e a forma a qual Ele escolheu foi de uma maneira singular e única.
Depois de 1 ano e 9 meses eu volto naquele lugar tão abençoado. A partir de
agora contarei um pouco de como foi retornar ao lugar onde Deus escolheu para
moldar esse vaso que às vezes insiste em errar.
No dia 10 de novembro de 2014 retornei a Jacú juntamente com uma equipe
de jovens, que decidiram realizar um dia das crianças, pós dias das crianças.
Dessa forma, saímos às 3 horas da manhã com destino a Jacú, enfrentamos em
torno de 6 horas de viagem, creio que estávamos em um grupo de 15 pessoas. Mas
para chegar ao Povoado é uma aventura, a terra seca cheia de pedra, a qual
dificultava, mas ao mesmo tempo tornava nosso percurso uma verdadeira aventura.
Equipe 2014
Chegamos à base missionária (uma casa simples, mas aconchegante que está
sendo construído graças às doações dos irmãos que tem sido tocado por Deus, o
Pr. Elivaldo a denominou de BASE MISSIONÁRIA, nome mais que propício). Assim
que chegamos “corremos” para nos arrumar e assim dar inicio as atividades que foram
programadas. Nossa programação estava pautada em: Tarde com as crianças,
distribuição de roupas e cestas básicas.
A situação dos jovens e crianças de Jacú é algo que me incomodou. Meninas,
sim, MENINAS que ainda não deixaram suas bonecas, ou até mesmo as velhas
brincadeiras, estão a poucas semanas de se tornarem mães. Jovens que ainda não
possuem maturidade o suficiente são chamados de “papai”. Famílias
desestruturadas.
“Porque esconder a luz de todos os que sofrem na escuridão, como pode alguém viver com Deus, sem amor e sacrifícios. Como se acostumar com a dor a miséria sem se comover? Como admitir viver pra si e dizer: não tenho tempo pra mais nada”. Não é necessário ir a locais longínquos, mas é necessário “sair de si e ir ao encontro do outro.”
Crianças brincando com uma carroça
“Porque esconder a luz de todos os que sofrem na escuridão, como pode alguém viver com Deus, sem amor e sacrifícios. Como se acostumar com a dor a miséria sem se comover? Como admitir viver pra si e dizer: não tenho tempo pra mais nada”. Não é necessário ir a locais longínquos, mas é necessário “sair de si e ir ao encontro do outro.”
Esse encontro provavelmente esteja tão mais acessível que qualquer outro lugar. Você já deu uma olhada em sua volta?Então, é nesse lugar que você está que Deus quer te usar como instrumento, mas Deus não te obriga a nada, Ele simplesmente chama,e basta somente você decidir se aceita o chamado ou não.
Em Jacú apresentamos a peça "Coração fedorento" é uma história muito engraçada,onde envolve todas as pessoas, mas apesar das gargalhadas que conseguimos tirar de cada criança, o nosso objetivo foi em levar a palavra do Senhor de uma forma que os pequeninos compreendessem, onde eles pudessem ver como Deus é um Pai amoroso.
Depois que encerramos as brincadeiras cada componente do grupo ficou responsável em ajudar na distribuição de brinquedos. Ver aquelas crianças abrindo o embrulho e ver o brilho no olhinho de cada uma ao ver que brinquedo ganhou foi algo inexplicável. Após a distribuição de brinquedos seguimos para a segunda etapa,entregar a cada mãe roupas e cesta básica. Como já havia dito nos primeiros parágrafos, as meninas se tornam mães muito cedo. Algumas fugiram de casa, e hoje dependem da renda que o esposo leva para casa, um valor que infelizmente não chega nem a um salário minimo.
A maioria dos jovens não concluíram nem o ensino fundamental,outros nunca estiveram em sala de aula. Fazer a obra para o reino é suprir as necessidades em todos os ângulos. Não adianta falar algumas coisas bonitas sem ao menos nos colocarmos no lugar do outro. Ainda há muito o que se fazer,mas com o esforço de cada missionário e voluntário creio que Deus fará grandes coisas. Esteja orando por essas pessoas e por Jacú.
Em Jacú apresentamos a peça "Coração fedorento" é uma história muito engraçada,onde envolve todas as pessoas, mas apesar das gargalhadas que conseguimos tirar de cada criança, o nosso objetivo foi em levar a palavra do Senhor de uma forma que os pequeninos compreendessem, onde eles pudessem ver como Deus é um Pai amoroso.
Peça: Coração Fedorento
Ao longo das atividades com as crianças brincamos com elas, e assim cada tio e tia ficou responsável por um grupo de criança. Esse momento foi muito precioso para todos, as ''minhas'' crianças eram as mais tímidas, mas eram as que mais me abraçavam.Como foi bom abraçar cada um! Falamos de uma forma bem simples como é o Plano da Salvação, o que cada cor significava, e como eles aprendem rápido.Foi lindo!Depois que encerramos as brincadeiras cada componente do grupo ficou responsável em ajudar na distribuição de brinquedos. Ver aquelas crianças abrindo o embrulho e ver o brilho no olhinho de cada uma ao ver que brinquedo ganhou foi algo inexplicável. Após a distribuição de brinquedos seguimos para a segunda etapa,entregar a cada mãe roupas e cesta básica. Como já havia dito nos primeiros parágrafos, as meninas se tornam mães muito cedo. Algumas fugiram de casa, e hoje dependem da renda que o esposo leva para casa, um valor que infelizmente não chega nem a um salário minimo.
A maioria dos jovens não concluíram nem o ensino fundamental,outros nunca estiveram em sala de aula. Fazer a obra para o reino é suprir as necessidades em todos os ângulos. Não adianta falar algumas coisas bonitas sem ao menos nos colocarmos no lugar do outro. Ainda há muito o que se fazer,mas com o esforço de cada missionário e voluntário creio que Deus fará grandes coisas. Esteja orando por essas pessoas e por Jacú.

.jpg)
%2B(2).jpg)

.jpg)


Nenhum comentário:
Postar um comentário